Quem despreza a vida humana, desprezará seu matrimônio
- Robson Oliveira

- 14 de mar. de 2022
- 2 min de leitura
O matrimônio constitui um dos eventos mais importantes na vida de alguém. Afinal, é o compromisso interior de amizade, companheirismo, doação e serviço, que durará até a morte do companheiro. Não existe nada mais profundo e comprometedor que a promessa de uma vida! E na natureza, apenas o homem é capaz de comprometer-se deste modo. Ora, tal compromisso exige certo cuidado na escolha de seu companheiro. E um critério absoluto é a defesa da vida.
Todos os que estão na busca por um companheiro para compartilhar a vida sofrem pelo mesmo problema: Como saber se o namorado tem tudo o que é necessário para ser um bom esposo? Como ter certeza de que a noiva tem as condições para tornar-se a esposa sonhada? Um critério necessário é se os candidatos defendem a vida acima de tudo.

Com efeito, há um princípio moral que precisa ser respeitado: quem faz o que é mais grave, faz o que é menos grave. Este é um princípio que precisa ser respeitado, pois revela o caráter da pessoa. Por isso, defender o aborto ou o infanticídio é um sinal gravíssimo de imoralidade, um importante defeito de caráter. De fato, alguém que consegue modificar a própria consciência para justificar o aborto, igualmente justifica infidelidades, traições e divórcio. Quem justifica o mais grave, com mais razão justifica o menos grave. A vida humana é mais importante que qualquer outro bem e alguém que não vê isso não está em condições de dar-se em matrimônio. Afinal, amar é uma forma de dar-se a alguém. Se o dom da vida, que é o supremo dom, pode ser por alguém destruído e negado deliberadamente, o que se fará com o presente que é a sua vida?









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