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Criança sem cerebelo confunde médicos

E novamente a ciência contemporânea tem um dilema a resolver: ou o indivíduo humano se constitui a partir do conjunto material do cérebro ou não se constitui apenas por este conjunto material. Ora, parece que não é só por meio de células cerebrais e conectores neurológicos que o indivíduo se constitui humano. A anencefalia – falta de todo ou grande parte do cérebro humano – não diminui a dignidade deste indivíduo, que mesmo sem estar em pleno uso de suas potências cerebrais, ainda é um membro da humanidade. Um novo fato científico vem colocar mais um problema para os cientistas redutores do homem ao material. Uma criança sem parte importantíssima do cérebro está aprendendo a falar.


Tecnicamente, o caso de Chase Briton não se enquadra no caso clássico de anencefalia. No entanto, segundo o Protocolo Groningen, da Holanda, ele seria morto por causa da gravidade e das dificuldades oriundas de sua deficiência neurológica.

A alma humana é a responsável por dignificar cada indivíduo humano, ainda que dificuldades ou até impossibilidades locomotoras ou comunicativas suprimam o potencial nessa ou naquela pessoa. Não se pode eliminar pessoas por causa das dificuldades que possam ter ou dos custos que trarão à sociedade. Cada homem e mulher precisam ser respeitados na sua constituição mais básica, por causa de sua natureza incomunicável.

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