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Arthur Schopenhauer – Representações Inteligíveis

Representações Inteligíveis

Arthur Schopenhauer

“O homem, pelo contrário, graças à sua capacidade de formar representações não-sensíveis, por meio das quais êle pensa e reflete, domina um horizonte infinitamente mais extenso, que abraça tanto os objetos ausentes como os presentes, o futuro e o passado: oferece êle, por assim dizer, uma superfície bem maior à ação dos motivos exteriores, podendo por conseqüência exercitar a própria escolha entre um número muito maior de objetos do que seja possível ao animal, cujos olhares estão circunscritos aos restritos limites do presente”

Fonte: SCHOPENHAUER, Arthur. O livre arbítrio. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1967, p. 99.

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