KIT EXÍLIO e REVOLUÇÃO
Exílio e Missão: Um guia de combate espiritual para a vida universitária
Sinopse: Há livros que informam. Outros formam. Alguns poucos, porém, despertam para o combate. Exílio e Missão pertence a esta última categoria.
O Pe. Douglas Renato Oliveira Navarro escreve a partir de dentro do campo de batalha. Seu ministério à frente do Setor Universidade da Arquidiocese do Rio de Janeiro, especialmente na evangelização da Universidade Federal do Rio de Janeiro, não é um apostolado de gabinete, mas de presença, escuta e enfrentamento cotidiano das tensões próprias do ambiente acadêmico contemporâneo.
O autor não propõe fuga. Tampouco propõe confronto estéril. Ele propõe um itinerário. O jovem que percorre estas páginas encontrará um diagnóstico lúcido das tentações mais comuns da vida acadêmica: o relativismo intelectual, a fragmentação interior, o ativismo ideológico desprovido de caridade, a crise afetiva, a solidão e o esquecimento da própria herança espiritual. Contudo, encontrará também o remédio: a vida sacramental, a redescoberta da Tradição, a disciplina da virtude, o silêncio contemplativo e a coragem do testemunho.
Exílio e Missão não é um tratado acadêmico, embora dialogue com o mundo intelectual. Também não é um simples devocionário, embora respire espiritualidade. Ele é, propriamente, um manual de combate — no sentido mais evangélico do termo. Combate interior, antes de tudo. Combate que purifica as intenções, ordena os afetos e fortalece a inteligência. Combate que prepara para a missão. Que cada leitor encontre nestas páginas não apenas argumentos, mas coragem. Não apenas reflexões, mas decisão. E que, fortalecidos pela graça, muitos jovens possam transformar a universidade não pela imposição, mas pela santidade.
Pe. Thiago Azevedo Pereira
Vigário Episcopal para a Educação
Arquidiocese do Rio de Janeiro
==============================
Verdadeiro clássico moderno, concebido por um dos mais influentes escritores do século XX, A revolução dos bichos é uma fábula sobre o poder. Narra a insurreição dos animais de uma granja contra seus donos. Progressivamente, porém, a revolução degenera numa tirania ainda mais opressiva que a dos humanos.Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista.De fato, são claras as referências: o despótico Napoleão seria Stálin, o banido Bola-de-Neve seria Trotsky, e os eventos políticos - expurgos, instituição de um estado policial, deturpação tendenciosa da História - mimetizam os que estavam em curso na União Soviética.Com o acirramento da Guerra Fria, as mesmas razões que causaram constrangimento na época de sua publicação levaram A revolução dos bichos a ser amplamente usada pelo Ocidente nas décadas seguintes como arma ideológica contra o comunismo. O próprio Orwell, adepto do socialismo e inimigo de qualquer forma de manipulação política, sentiu-se incomodado com a utilização de sua fábula como panfleto.Depois das profundas transformações políticas que mudaram a fisionomia do planeta nas últimas décadas, a pequena obra-prima de Orwell pode ser vista sem o viés ideológico reducionista. Mais de sessenta anos depois de escrita, ela mantém o viço e o brilho de uma alegoria perene sobre as fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de revolução política. É irônico que o escritor, para fazer esse retrato cruel da humanidade, tenha recorrido aos animais como personagens. De certo modo, a inteligência política que humaniza seus bichos é a mesma que animaliza os homens.Escrito com perfeito domínio da narrativa, atenção às minúcias e extraordinária capacidade de criação de personagens e situações, A revolução dos bichos combina de maneira feliz duas ricas tradições literárias: a das fábulas morais, que remontam a Esopo, e a da sátira política, que teve talvez em Jonathan Swift seu representante máximo."A melhor sátira já escrita sobre a face negra da história moderna" - Malcolm Bradbury."Um livro para todos os tipos de leitor, seu brilho ainda intacto depois de sessenta anos" - Ruth Rendell.<hr>Essa edição traz comentários de Tom Eagle, um dos especialistas mais dedicados a entender os fundamentos dessa obra magnífica. O autor apresenta a obra : "Orwell foi bastante econômico na descrição dos atores que levam uma revolução ao sucesso. Por isso, a fim de oferecer aos amantes da boa leitura uma variedade maior de perspectivas do comunismo, preparei uma série de estórias paralelas, onde as maquinações e artimanhas dos comunistas serão ainda mais escancaradas. Elas servem como continuação a ANIMAL FARM e fazem com esta um conjunto capaz de fazer ver, com mais veracidade, a malícia e a crueldade dos porcos".
